Editora Intrínseca
272 páginas
ISBN: 9788598078939
A pergunta mais ignorante feita por esses é: Porque que as crianças de hoje não leem clássicos como antigamente? Eu não sei se vocês devem ter percebidos, mas talvez na época da minha avó ou avô, esses autores eram atuais para eles. Eu nem vou falar mais nada.![]() |
| França e Québec (Canadá Francês) |
Ontem eu dei um pulo na minha livraria favorita. E achei o livro “Assassin’s Creed: Renascença” por Oliver Bowden. Eu lembro de ter visto uma resenha deste livro, mas eu havia ignorado totalmente por ter achado que fosse uma avaliação do jogo.
Enquanto não estou lendo, eu fico distraído com jogos. Como todo bom garoto, eu tive meus consoles para me consolar *ba dum tss*. Assassin’s Creed era minha série de jogos favorita. Eu ficava horas e horas jogando. Lembro que comprava a revista PSWorld por causa dos detonados principalmente, até que a Digerati cancelou a edição para PS2 :(.
AC é um jogo produzido pela empresa francesa Ubisoft, a mesma empresa responsável pelo sucesso Prince of Persia, que também foi adaptado para os cinemas e tem um romance gráfico pela editora Galera Record.
O livro é uma adaptação direta do roteiro original do jogo. Originalmente é formado por quatro jogos principais, sim, a série foi cancelada, mas assim como qualquer grande saga, merece um final antes que fique cansativo.
Nos Estados Unidos já está disponível quatro livros: Renascença, Irmandade, O Crusada Secreta, As Revelações. No Brasil o primeiro já foi publicado e o segundo está por vir no dia 23 de Março.
Oliver Bowden
Editora Galera Record
378 páginas
ISBN: 9788501091338
Sinopse
Traído pelas famílias que governam as cidades-estado italianas, um jovem embarca em uma jornada épica em busca de vingança. Para erradicar a corrupção e restaurar a honra de sua família, ele irá aprender a Arte dos Assassinos. Ao longo do caminho, Ezio terá de contar com a sabedoria de grandes mentores, como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel, sabendo que sua sobrevivência depende inteiramente de sua perícia e habilidade. Assim começa uma épica história de poder, vingança e conspiração.
Meu cérebro é um literal brainstorm. Os pensamentos vem rápido e eu acabo deixando muitos, quiçá várias ideias e pensamentos passarem voando, e eu sempre procuro guardá-los. Quando tinha 14 fui aconselhado a escrever tudo no papel. Quantos de vocês escrevem um Caderno ou Diário?
Eu sei que parece meio estranho, mas estou fazendo este post como uma boa dica. Eu mantenho atualizado um Diário, dois Cadernos de Ideias, um Diário dos Sonhos. Vou tentar dar bons motivos para você começar um também.
Caderno de Ideias
Este foi a minha primeira tentativa de registrar meu cérebro. Começou em 2009, e não escrevia em um caderno, eu digitava no já falecido Google Notebooks. Queria ter uma senha sobre minha privacidade, então resolvi fazer na ‘nuvem’. Mas ainda antes da descontinuação deste serviço da Google, eu passei a utilizar o Evernote [LINK] no começo de 2010, é mais prático por ter um programa próprio e não depender de um navegador (completamente).
No meu aniversário de 15 anos, minha tia me deu a minha primeira versão física do caderno de ideias. Ganhei um Moleskine, o clássico caderninho preto de couro falso. Há algo de diferente num moleskine, não é o preço. Mas tudo que o envolve facilita você a escrever algo nele. O meu é o tamanho de bolso, o que ajuda já que carrego para cima e para baixo, nunca terminei todas as páginas, guardo só os melhores para ele. Meu companheiro de papel e costura vai completar 2 anos neste fevereiro no meu aniversário de 17 (no dia 10 de fevereiro).
Hoje eu dia eu ainda continuo com o Moleskine e o Evernote para esta função.
Diário
É estranho nomeá-lo como diário, mas este é de fato o nome que devo utilizar. Apesar de parecer coisa de garota adolescente de 12 anos de idade, o Diário ainda é altamente recomendado por psicólogos, já que é uma ótima forma de manter a cabeça leve.
Comecei o meu no ano passado, não comprei um caderno, nem comecei a escrever no computador. Eu baixei uma app chamada Momento para iOS, que é todo pronto para receber seus Logs de Vida (como eu chamava no começo). Resolvi escrever o diário numa app para meu iPod touch, pois fica tudo mais prático já que o iPod é fino, menor que um moleskine e já o carrego para todos os lugares.
Eu fiz um backup dos meus registros no Momento e atualmente estou utilizando o Day One, mais levezinho visualmente, sincroniza pelo iCloud e está disponível tanto na App Store quanto na Mac App Store. Ele é totalmente desconectado de redes sociais, diferente do Momento, o que me fez sentir mais seguro para escrever as coisas.
Diário dos Sonhos
Eu não sei se vocês devem se lembrar do protagonista de SharkBoy e LavaGirl, mas funciona mais ou menos assim. Quando acordo e me lembro do sonho, e olha que são poucos que me lembro, eu tento descrevê-lo totalmente. É um bom exercício que li uma vez sobre dicas para escrita criativa. Basta descrever o cenário, as pessoas envolvidas e os sentimentos de cada uma.
Essa psicose é a mais recente, comecei em Outubro de 2011. Não tenho lugar certo para este, às vezes escrever no moleskine, coloco as siglas DS na parte inferior para indicar, às vezes uso o Evernote, tenho outras boas dicas aqui.
Este é o Werdsmith, por Nathan Tesler, uma app hipster para iOS focada para escritores, nele você pode começar um projeto, escrever os capítulos e ir guardando-os na nuvem através do iCloud. Achei ele bem interessante, é bem legal para se usar em conjunto
com a rede social de escritores Figment, que eu recomendo à todos!
A app é gratuita tanto na App Store brasileira quanto na portuguesa. Sem falar do ótimo apelo visual e o fato de ser universal, funciona tanto no iPhone/iPod touch quanto no iPad.
Espero que vocês se sintam motivados a escrever de vez em quando, nem que seja digitando num bom e velho teclado.
Olá, sou eu aqui de novo.
Estes dias de férias eu fiquei um pouco apreensivo em voltar logo às aulas. Aliás faz mais de um mês que estou parado. Mas neste tempo eu refleti sobre o futuro do blog. Neste ano estou entrando para o 3º ano, o ano dos veteranos, o ano em que devo me dedicar para conseguir entrar numa boa universidade, e claro, como muitos… a federal.
Eu estarei estudando em tempo semi-integral (7:15~15:45) e ainda quero manter certos compromissos na minha agenda que me agradam, como a Academia e o Curso de Inglês (que neste semestre vou procurar me inscrever para o ECCE logo de início para não perder a vaga e ter que esperar mais um ano!). E esta limitação de horário venho me preocupando porque eu estava imaginando se eu realmente poderia gerenciar o blog junto com minhas obrigações, eu pesei se realmente valia a pena me preocupar com este blog, se meu grande sonho neste ano é poder estar estudando na UFPE e deixar meu pai orgulhoso e com mais 1000 reais ao mês na carteira.
Foi por isso que comecei a procura por um escritor, uma pessoa que me ajudasse a gerar conteúdo para o blog. Pois sendo só eu, depende de mim para que alguma coisa seja postada aqui. Se eu resolver não ler por um dia, será mais um dia que demorará para que as resenhas saiam (que são o principal conteúdo compartilhado aqui).
Sem falar dos resultados do blog. Os acessos diminuíram por causa da minha preguiça, os comentários se tornaram raros, as editoras me esqueceram debaixo da mesa. Enquanto isso eu via blogs surgiram e em um mês conseguirem milhares de acessos, popularidade, parceiros, amigos e conteúdo. Todos tão aclamados blogs literário. O que eu tenho de diferente? Sou um garoto de 16 anos escrevendo exclusivamente sobre livros. Eu não escrevo sobre esmalte, revistas, receitas; eu escrevo sobre livros, disso que sou feito. E é por isso que entendo sobre blogs literários.
Mas se eu realmente houvesse fechado o blog, será que isso tudo não me faria arrepender de algo no futuro?
Eu amo escrever para este blog, eu amo comprar um livro e pensar que posso compartilhar minha alegria com outras pessoas, mesmo que seja apenas 20 pessoas. Gosto de tudo isso.
Confesso que o emprego dos meus sonhos é ser um jornalista. Trabalhar no jornal da cidade. Não sair dos Aflitos. Escrever sobre notícias ou ter uma coluna. Responder e-mails dos leitores. Comprar o jornal e ler o que eu escrevi e procurar por erros de concordância. Mas tudo isso não passa de um sonho visando a cidade o país que moro.
Mas é exatamente isso! O Gonca é meu sonho feito. Eu escrevo sobre os meus livros favoritos, sobre meus autores favoritos, eu releio meus posts, e ainda checo menções em outros blogs sobre meus comentários. Numa escala menor, mas de todo jeito… o Gonca é o meu 10% de sonho. Eu não vou acabar com ele por aqui!
Talvez neste ano a coisa fique tensa, mas me esperem por 12 meses, as coisas voltarão ao normal. Mas neste momento o normal será um ritmo desacelerado, mas ainda assim eu quero ser feliz com o blog. Talvez as resenhas só saiam uma vez por mês, talvez nem apareçam. Mas mesmo assim, estarei contente com os poucos que vierem atrás do bom e velho Gonca livros.
Obrigado, por todos vocês. Obrigado por me deixar desabafar aqui. Vamos seguir com nossos posts e deixa de preguiça!
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